AGENDA | Liberté vem aos Encontros Imaginários

SEM FRONTEIRAS | 21 de outubro 2020 | AGENDA | Cultura | Encontros Imaginários. É já no próximo dia 9 de novembro que Giordano Bruno, Curzio Malaparte e Paul Eluard se vão encontrar.

O que nos diz Helder Costa sobre os protagonistas:

Giordano Bruno (Nola, Reino de Nápoles, 1548 — Roma, Campo de Fiori, 17 de fevereiro de 1600) foi um teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano condenado à morte na fogueira pela Inquisição romana (Congregação da Sacra, Romana e Universal Inquisição do Santo Ofício) . Foi preso em Roma, o seu julgamento durou oito anos, teve numerosas acusações com base em alguns dos seus livros, incluíam blasfémia, conduta imoral e heresia, e por sustentar opiniões contrárias à fé católica. Foi condenado à morte na fogueira, executado no dia 17 de fevereiro de 1600. Para não falar pregaram um bocado de madeira na sua língua. Interpretação do padre Vitor Melícias

Curzio Malaparte (Prato, 9 de junho de 1898 – 19 de julho de 1957) foi um escritor, jornalista, dramaturgo, cineasta, militar e diplomataitaliano. O sobrenome de seu pseudónimo (por si usado desde 1925), significa em italiano “parte má”, sendo um trocadilho com o nome de família de Napoleão Bonaparte – que significa, em italiano, “parte boa”. Em 1922, fez parte da Marcha sobre Roma de Benito Mussolinimas em Tecnica del Colpo di Stato, de 1931, atacou Adolf Hitler e Mussolini, ficando em exílio interno na ilha de Lipari. Em 1941, era correspondente na Ucrânia do jornal italiano Corriere della Sera e assistiu às barbaridades das tropas germânicas na sua escalada de conquista e extermínio. Essas reportagens em vários teatros de guerra transformaram-se na obra intitulada Kaputt (quebrado, em alemão), o seu livro mais festejado, publicado em 1944 e traduzido para mais de dez idiomas. Interpretação do advogado Francisco Teixeira da Mota

Paul Éluard ( Saint-Denis, 14 de dezembro de 1895 – Charenton-le-Pont, 18 de novembro de 1952) foi um poeta francês, autor de poemas contra o nazismo que circularam clandestinamente durante a Segunda Guerra Mundial. Participou no movimento dadaísta, foi um dos pilares do surrealismo, abrindo caminho para uma ação artística mais engajada, até filiar-se no partido comunista francês. Na Espanha, em 1936, luta contra o movimento franquista e Éluard e Picasso estão sempre juntos. Ficou conhecido como o poeta da Liberdade, devido ao poema LIBERTÉ distribuído aos milhares pela resistência na França ocupada pelo exército Alemão. Interpretação do escritor José Manuel Mendes.

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