{"id":4721,"date":"2025-07-06T21:41:17","date_gmt":"2025-07-06T21:41:17","guid":{"rendered":"https:\/\/aep61-74.org\/?p=4721"},"modified":"2026-05-04T14:44:00","modified_gmt":"2026-05-04T14:44:00","slug":"debate-no-ambito-da-exposicao-o-salto-migracoes-e-exilios-de-ontem-e-hoje-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/2025\/07\/06\/debate-no-ambito-da-exposicao-o-salto-migracoes-e-exilios-de-ontem-e-hoje-2\/","title":{"rendered":"Debate no \u00e2mbito da\u00a0exposi\u00e7\u00e3o\u00a0\u201cO Salto \u2013 Migra\u00e7\u00f5es e Ex\u00edlios de Ontem e Hoje\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Sess\u00e3o havida a 18 de junho 2025&nbsp;N\u00facleo AJA Lisboa (rua de S. Bento, 170)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"551\" src=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/01-1-1970-Geres-3A-cortado-1024x551.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4722\" srcset=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/01-1-1970-Geres-3A-cortado-1024x551.jpg 1024w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/01-1-1970-Geres-3A-cortado-300x161.jpg 300w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/01-1-1970-Geres-3A-cortado-768x413.jpg 768w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/01-1-1970-Geres-3A-cortado-1536x826.jpg 1536w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/01-1-1970-Geres-3A-cortado-2048x1102.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4723\" srcset=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-01.jpg 640w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-01-300x225.jpg 300w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-01-326x245.jpg 326w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-01-80x60.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>1 \u2013 Apresenta\u00e7\u00e3o da Exposi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Jos\u00e9 Augusto Martins fez uma apresenta\u00e7\u00e3o da Exposi\u00e7\u00e3o patente na AJA at\u00e9 31 de julho 2025, \u201cO Salto \u2013 Migra\u00e7\u00f5es e Ex\u00edlios de Ontem e Hoje\u201d acentuando a import\u00e2ncia da legaliza\u00e7\u00e3o feita pela Fran\u00e7a de jovens portugueses indocumentados em idade militar que fez com que uma parte significativa dos mais de duzentos mil jovens que recusaram a guerra colonial tivessem um local de ref\u00fagio ap\u00f3s a sua sa\u00edda a salto de Portugal, tornando-se a imigra\u00e7\u00e3o portuguesa a mais numerosa em Fran\u00e7a quando se deu o 25 de abril de 1974.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi tamb\u00e9m evidenciada a import\u00e2ncia das organiza\u00e7\u00f5es que apoiaram aqueles jovens, incluindo os comit\u00e9s de apoio aos desertores, n\u00e3o s\u00f3 em Fran\u00e7a como em outros pa\u00edses da Europa, como a B\u00e9lgica, os Pa\u00edses Baixos, o Luxemburgo, o Luxemburgo, o Reino Unido, a Su\u00ed\u00e7a, a Dinamarca e a Su\u00e9cia bem como o papel essencial que as associa\u00e7\u00f5es portuguesas nesses pa\u00edses tiveram na consciencializa\u00e7\u00e3o dos jovens que a\u00ed chegavam como nas pr\u00f3prias popula\u00e7\u00f5es de acolhimento. <\/p>\n\n\n\n<p>Fernando Mariano Cardeira, autor na foto de capa desta exposi\u00e7\u00e3o, referiu a import\u00e2ncia da deser\u00e7\u00e3o coletiva de alunos da Academia Militar de que fez parte, influenciando muitos outros jovens, incluindo militares de carreira, para tomarem uma decis\u00e3o semelhante, mencionando tamb\u00e9m a sua experi\u00eancia na Su\u00e9cia n\u00e3o s\u00f3 de apoio aos jovens portugueses, como na sua a\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito do Comit\u00e9 de Desertores naquele pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2 \u2013 Tend\u00eancias de voto na emigra\u00e7\u00e3o portuguesa na Europa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Am\u00e9lia Resende focou em especial o crescimento recente dos partidos de extrema-direita no seio da emigra\u00e7\u00e3o portuguesa em especial dos pa\u00edses europeus. Leu uma mensagem do nosso associado no Luxemburgo, Ant\u00f3nio Paiva, que tem um longo percurso naquele pa\u00eds quer de apoio aos imigrantes portugueses desde os anos 1960, como da divulga\u00e7\u00e3o da luta contra a ditadura e a guerra colonial junto dos luxemburgueses.<\/p>\n\n\n\n<p>Ant\u00f3nio Paiva focou em particular a dimens\u00e3o da emigra\u00e7\u00e3o para a Fran\u00e7a e outros pa\u00edses da Europa nos anos 1961 a 1974 motivada n\u00e3o s\u00f3 pela duras condi\u00e7\u00f5es de vida em Portugal naquela \u00e9poca como pela recusa de muitos jovens em participar na guerra colonial de muitos jovens que sa\u00edam a salto do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"958\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-antonio-paiva-958x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4724\" srcset=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-antonio-paiva-958x1024.jpg 958w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-antonio-paiva-281x300.jpg 281w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-antonio-paiva-768x821.jpg 768w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-antonio-paiva-1437x1536.jpg 1437w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-antonio-paiva-1916x2048.jpg 1916w\" sizes=\"auto, (max-width: 958px) 100vw, 958px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Toda esta emigra\u00e7\u00e3o debatia-se com os problemas inerentes aos v\u00e1rios pa\u00edses de acolhimento. O salto, os documentos, a carta de estadia (s\u00e9jour), a carta de trabalho, o alojamento, a seguran\u00e7a social, a escola, o pensamento, o desejo, a forma de vida, a reivindica\u00e7\u00e3o, o transmitir das mensagens e a integra\u00e7\u00e3o eram tudo temas com os quais os imigrantes em Portugal tamb\u00e9m se debatem atualmente, verificando-se contudo que o apoio dos v\u00e1rios governos portugueses, tanto dentro como fora do pa\u00eds, deixou sempre a desejar.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira gera\u00e7\u00e3o destes imigrantes est\u00e1 j\u00e1 no final da vida, muitos deles desiludidos com os partidos tradicionais, em quem j\u00e1 n\u00e3o acreditam e que tinham a maioria dos votos da di\u00e1spora, estando as segunda e terceira gera\u00e7\u00f5es j\u00e1 relativamente integradas na sociedade de acolhimento. A emigra\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XXI (anos 2011 e 2015), formada por jovens qualificados, tem tend\u00eancia a ficar no pa\u00eds onde geralmente encontra trabalho mais bem remunerado do que em Portugal. O n\u00edvel de vida bastante elevado leva a um certo descontentamento e a sentirem-se tra\u00eddos pelos sucessivos governos em Portugal.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, todos estes grupos acabam por escolher o voto de protesto, sendo mais recetivos \u00e0s promessas dos partidos, que, como o Chega, prometem uma mudan\u00e7a radical e que, com discursos populistas, apontam o dedo sobre os governos que nunca conseguiram sair do compadrio, da corrup\u00e7\u00e3o e do desprezo pelas for\u00e7as produtivas do pa\u00eds, esbanjando inclusivamente os muitos subs\u00eddios acordados pela Uni\u00e3o Europeia. O voto no Chega, pensam, \u00e9, portanto, o voto da mudan\u00e7a que com uma estrat\u00e9gia de comunica\u00e7\u00e3o inteligente foi, por exemplo, o \u00fanico partido a dirigir-se pessoalmente a cada eleitor, por meio postal, enviando um programa de reivindica\u00e7\u00f5es para a emigra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No seguimento da leitura da mensagem do Ant\u00f3nio Paiva, Am\u00e9lia Resende contrap\u00f4s contudo, dando exemplos concretos, o percurso de alguns jovens luso descendentes, em pa\u00edses como o Luxemburgo, a Fran\u00e7a, a Su\u00ed\u00e7a e outros, que, ao contr\u00e1rio, t\u00eam feito um trabalho muito positivo no sentido de&nbsp; desenvolverem la\u00e7os de proximidade com a cultura e a sociedade portuguesa, o que mostra que \u00e9 um imperativo pol\u00edtico das for\u00e7as progressistas e de democr\u00e1ticas&nbsp; reconhecerem este facto e valorizarem- no.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3 \u2013 Imigra\u00e7\u00e3o em Portugal na atualidade<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o, da responsabilidade do jornalista e ativista (Vida Justa) &#8211; Nuno Ramos de Almeida mereceu- nos grande aten\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>Fazendo a ponte com a interven\u00e7\u00e3o anterior (o sentido de voto dos emigrantes portugueses no Luxemburgo nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es legislativas), Nuno Ramos de Almeida referiu a sua presen\u00e7a neste pa\u00eds recentemente durante cerca de 3 anos, onde esteve \u00e0 frente da Plataforma- Contacto, um jornal on-line de proje\u00e7\u00e3o europeia e aproveitou para adiantar alguns dados e reflex\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<p>O Luxemburgo \u00e9 uma das economias mais fortes da Europa e mesmo do mundo, com um pib elevado, com transportes e escolas gratuitas e com uma percentagem popula\u00e7\u00e3o imigrantes superior a 40% da popula\u00e7\u00e3o. Embora a maioria destes seja de origem europeia (portugueses, espanh\u00f3is, italianos, anteriormente de Leste), a presen\u00e7a dos nossos emigrantes tem arrastado outros grupos, sobretudo de cabo-Verde. Tal nunca foi problema e o pa\u00eds tem integrado bem estas popula\u00e7\u00f5es, sobretudo porque a sua m\u00e3o-de-obra barata lhes \u00e9 favor\u00e1vel. H\u00e1 por exemplo, uma <em>R\u00e1dio Latina<\/em>, que d\u00e1 voz \u00e1s diferentes culturas e que as promove e inclui, respeitando a sua identidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Tal facto foi referido pelo jornalista para chamar a aten\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o em Portugal, da popula\u00e7\u00e3o total, que tem uma imigra\u00e7\u00e3o a rondar os 10%, que se converteu numa &#8221; quest\u00e3o &#8220;. Embora sejam origin\u00e1rios de culturas diferentes (indost\u00e2nicos muitas das vezes), a experi\u00eancia que temos \u00e9 de comunidades pac\u00edficas que asseguram tarefas pilares para a economia portuguesa, desde a agricultura a pescas, passando pela restaura\u00e7\u00e3o, hotelaria e servi\u00e7os. Recentemente empres\u00e1rios portugueses deram conta da necessidade desta m\u00e3o de obra para todos os sectores de constru\u00e7\u00e3o, e embora possamos debater as condi\u00e7\u00f5es em que v\u00eam e como vivem em Portugal, converter a emigra\u00e7\u00e3o num problema, \u00e9 nitidamente uma &#8221; constru\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica &#8221; .<\/p>\n\n\n\n<p>A extrema-direita, a exemplo do que tem acontecido noutras partes do mundo, faz da emigra\u00e7\u00e3o o bode expiat\u00f3rio numa agenda bem clara, de xenofobia e valores nacionalistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Face a este ponto, h\u00e1 que analisar as v\u00e1rias vertentes e consequ\u00eancias da entrada de novas comunidades no espa\u00e7o de uma j\u00e1 existente, mas ceder a estas press\u00f5es \u00e9 inadmiss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Das duas uma: ou se concede a nacionalidade a estas pessoas mediante certas condi\u00e7\u00f5es ou permanecendo com o estatuto de emigrantes, s\u00e3o lhes reconhecidos direitos como trabalhadores e assegurada a sua dignidade.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o seguir esta pol\u00edtica \u00e9 fomentar a viol\u00eancia, alimentar as m\u00e1fias de tr\u00e1fego humano e a\u00ed sim, criar distopias. Referiu ainda de forma ir\u00f3nica, como as for\u00e7as pol\u00edticas que defendem t\u00e3o acirradamente a fam\u00edlia (tradicional?), s\u00e3o as primeiras a opor- se ao reagrupamento familiar.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a \u00faltima interven\u00e7\u00e3o seguiu-se um debate aberto a todos, no qual os presentes, puderam como entenderam colocar quest\u00f5es e aprofundar outros pontos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4725\" srcset=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-02.jpg 640w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-02-300x225.jpg 300w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-02-326x245.jpg 326w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/aja-202518-02-80x60.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Jos\u00e9 Augusto Martins\/Am\u00e9lia Resende, Fotos Fernando Cardeira\/Carlos Martins<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Sess\u00e3o havida a 18 de junho 2025&nbsp;N\u00facleo AJA Lisboa (rua de S. 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