{"id":5099,"date":"2026-05-14T02:14:10","date_gmt":"2026-05-14T02:14:10","guid":{"rendered":"https:\/\/aep61-74.org\/?p=5099"},"modified":"2026-05-14T02:14:12","modified_gmt":"2026-05-14T02:14:12","slug":"portimao-27-de-abril-2026-sessao-de-apresentacao-do-livro-25-de-abril-de-1974-onde-estavamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/2026\/05\/14\/portimao-27-de-abril-2026-sessao-de-apresentacao-do-livro-25-de-abril-de-1974-onde-estavamos\/","title":{"rendered":"Portim\u00e3o &#8211; 27 de Abril 2026 &#8211; Sess\u00e3o de apresenta\u00e7\u00e3o do livro &#8211; 25 de Abril de 1974 &#8211; Onde Est\u00e1vamos?\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-large-font-size\"><strong>Casa Manuel Teixeira Gomes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Com a presen\u00e7a de cerca de 25 pessoas, entre as quais a vice-presidente da C\u00e2mara, a mesa foi constitu\u00edda por Jos\u00e9 Alberto Quaresma, director cient\u00edfico da Casa, Jos\u00e9 Augusto Martins, da direc\u00e7\u00e3o da AEP 61-74, Am\u00e9lia Resende, autora do posf\u00e1cio e Gra\u00e7a Fernandes de Sousa, uma das autoras dos 47 testemunhos que comp\u00f5em a obra..<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Jos\u00e9 Alberto Quaresma come\u00e7ou por salientar o facto da Casa Teixeira Gomes celebrar o 25 de Abril com um evento t\u00e3o apropriado &#8211; a apresenta\u00e7\u00e3o deste livro, editado pela AEP 61-74, referindo a prop\u00f3sito, entre outros dados biogr\u00e1ficos, o ex\u00edlio na Arg\u00e9lia do patrono da Casa, ap\u00f2s se ter demitido honrosamente do seu cargo de Presidente da Rep\u00fablica face \u00e0 amea\u00e7a do golpe militar de 1926, que viria dar origem \u00e0 ditadura.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Por sua vez, Jos\u00e9 Augusto Martins explicou a origem da AEP 61-74, fundada h\u00e1 mais de dez anos, relacionada com a situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da \u00e9poca, nomeadamente a ditadura e a guerra colonial, que obrigou milhares de jovens portugueses a emigrar e a exilar-se sobretudo em Fran\u00e7a e noutros pa\u00edses da Europa&nbsp; como refract\u00e1rios, desertores ou mesmo faltosos, tornando-se premente dar voz a essas lutas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Enunciou os objetivos da Associa\u00e7\u00e3o e deu conta do trabalho j\u00e1 realizado, nomeadamente a n\u00edvel editorial, atrav\u00e9s da publica\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios livros de testemunhos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Seguidamente Am\u00e9lia Resende interveio, relembrando as lutas dos camponeses e das oper\u00e1rias\/os&nbsp; da regi\u00e3o do Algarve durante o tempo da ditadura, j\u00e1 referidas por Margarida Gl\u00f3ria ( convidada da sess\u00e3o de Lagos e autora de um testemunho) e&nbsp;&nbsp;tamb\u00e9m ilustradas pela magn\u00edfica exposi\u00e7\u00e3o de fotografias ali patente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Referiu que o livro que estavam a apresentar era ele tamb\u00e9m um sinal de resist\u00eancia e um instrumento de preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, que tinha sido constru\u00eddo de forma colectiva, uma marca t\u00e3o cara a Abril. Apresentou depois, a estrutura do livro: 47 testemunhos, 13 dos quais s\u00e3o de mulheres ( um n\u00famero ainda minorit\u00e1rio) e referiu a preocupa\u00e7\u00e3o de nele integrarem uma pluralidade de viv\u00eancias e de perspectivas&nbsp; das quais as situadas em Angola s\u00e3o um exemplo. Estava a apontar para a interven\u00e7\u00e3o que viria a seguir, da autoria de Gra\u00e7a Fernandes Sousa ,que&nbsp; tem a particularidade de abordar esta data enquanto luso-angolana, atravessando o per\u00edodo da independ\u00eancia e da transi\u00e7\u00e3o de poderes.( em anexo) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Retomou posteriormente a palavra para citar alguns excertos do seu posf\u00e1cio, cruzando a relev\u00e2ncia dos testemunhos de luta contra a ditadura e contra a guerra colonial e o processo de descoloniza\u00e7\u00e3o tantas vezes questionado, o qual deve ser debatido sem tabus, mas com o rigor necess\u00e1rio \u00e0 luz do que os arquivos e a investiga\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica contempor\u00e2nea tamb\u00e9m nos permitem esclarecer.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Seguiu -se um debate sobre todas estas quest\u00f5es, e ainda sobre&nbsp; os tempos atuais de incerteza e de conflito, dominados pelo populismo, em que mais uma vez, em vez de um caminho para a Paz e para o Di\u00e1logo, se opta pela guerra, com as suas tr\u00e1gicas consequ\u00eancias. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Hoje de novo, os jovens s\u00e3o confrontados com estas op\u00e7\u00f5es e este livro, em certa medida, pode constituir tamb\u00e9m uma oportunidade e um instrumento de reflex\u00e3o colectiva.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong> Am\u00e9lia Resende  texto e Foto, (Luc\u00edlia Rocha Fotos)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"886\" height=\"241\" src=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/geral-17.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5112\" srcset=\"https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/geral-17.jpg 886w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/geral-17-300x82.jpg 300w, https:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/geral-17-768x209.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 886px) 100vw, 886px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-large-font-size\"><strong>Interven\u00e7\u00e3o de Gra\u00e7a Fernandes de Sousa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Boa tarde a todos. Quero come\u00e7ar por agradecer \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o de Exilados Pol\u00edticos Portugueses 61\/74 pelo convite que me foi feito para participar, com um depoimento, neste livro que aqui nos re\u00fane. Agrade\u00e7o tamb\u00e9m o convite para pertencer a esta mesa e para partilhar mem\u00f3rias de um momento hist\u00f3rico, o 25 de Abril de 1974. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Este livro re\u00fane 47 testemunhos. 47 vozes diferentes. De homens e de mulheres.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">De pessoas que estavam em lugares geograficamente distantes\u2026 e tamb\u00e9m em lugares ideol\u00f3gicos diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Portugal estendia-se pelo globo \u2014 incluindo o ultramar. E havia portugueses n\u00e3o s\u00f3 nesses territ\u00f3rios\u2026 mas tamb\u00e9m, emigrantes e exilados, espalhados pelo mundo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">E havia portugueses n\u00e3o s\u00f3 nesses territ\u00f3rios\u2026 mas tamb\u00e9m, emigrantes e exilados, espalhados pelo mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">H\u00e1, neste conjunto de testemunhos, experi\u00eancias vividas em Portugal, nas ex-col\u00f3nias e noutros pontos do globo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">H\u00e1 olhares que se cruzam\u2026 e outros que, por vezes, se afastam. E \u00e9 precisamente isso que d\u00e1 riqueza a esta obra: N\u00e3o h\u00e1 uma mem\u00f3ria \u00fanica do 25 de Abril. H\u00e1 muitas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A minha \u00e9 apenas uma delas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Nesse 25 de Abril de 1974 eu estava em Angola. Para ser mais correcta n\u00e3o direi que \u201cestava em Angola\u201d, direi antes \u2026 eu \u201cera de Angola\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">O meu pai e a minha fam\u00edlia paterna n\u00e3o estavam \u2018em Angola\u2019. Eram de Angola.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Tamb\u00e9m o meu marido era de Angola.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">E os meus filhos cresceriam com esse mesmo sentimento de perten\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Tinha 27 anos, era casada tinha dois filhos &#8211; dois rapazes. Estava gr\u00e1vida, em fim de gesta\u00e7\u00e3o, da que viria a ser a nossa menina. Vivia em S\u00e1 da Bandeira (actual Lubango) e era professora de matem\u00e1tica. Esta descri\u00e7\u00e3o simples cont\u00e9m tudo aquilo que eu era naquele momento: uma jovem mulher, com uma vida constru\u00edda\u2026 e profundamente enraizada naquela terra. Porque Angola n\u00e3o era, para mim, uma col\u00f3nia. Era a minha terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Em Abril de 1974 eu vivia uma revolu\u00e7\u00e3o que se iniciara em 1961, quando era ainda adolescente. Essa data, que marcou o in\u00edcio da luta de liberta\u00e7\u00e3o de Angola do jugo colonial, marcou tamb\u00e9m uma nova era naquele territ\u00f3rio. O governo portugu\u00eas pareceu ter-se apercebido que a pol\u00edtica at\u00e9 a\u00ed vigente naquela col\u00f3nia estava errada. Alterou procedimentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A partir de 1961 iniciou-se uma transforma\u00e7\u00e3o profunda. Houve grande investimento no desenvolvimento da agricultura, das pescas, da ind\u00fastria, da sa\u00fade e da educa\u00e7\u00e3o. A escola chegou a mais lugares, os liceus multiplicaram-se, e come\u00e7aram a surgir estruturas de ensino superior. Tamb\u00e9m, e sobretudo, no plano social se deu um passo importante: a inclus\u00e3o dos povos aut\u00f3ctones foi uma prioridade. Esclare\u00e7a-se que por inclus\u00e3o dos povos aut\u00f3ctones n\u00e3o estou a referir a sua inser\u00e7\u00e3o numa civiliza\u00e7\u00e3o europeia. N\u00e3o era apologista da adultera\u00e7\u00e3o dos seus valores culturais, mas sim da sua capacita\u00e7\u00e3o \u2013 escolariza\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o c\u00edvica e profissional \u2013 de modo a poderem integrar-se numa sociedade moderna e competitiva. Continuando o que estava a proferir: Os resultados da integra\u00e7\u00e3o racial tornou-se vis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Fiz-me mulher, portanto, nessa luta empenhada. Acreditava que os movimentos de liberta\u00e7\u00e3o conseguiriam a independ\u00eancia para Angola e que ela iria ser um pa\u00eds pr\u00f3spero, uma p\u00e1tria para todos os seus filhos, independentemente da cor da pele, da ideologia pol\u00edtica e da cren\u00e7a religiosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">E isso explica aquilo que senti nesse dia 25 de Abril. Quando as primeiras not\u00edcias come\u00e7aram a chegar, atrav\u00e9s das r\u00e1dios, eu senti um misto de grande alegria e de enorme apreens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">E esta frase, t\u00e3o simples, talvez seja a que melhor resume o meu 25 de Abril.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Alegria \u2014 porque Portugal se libertava de uma ditadura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Alegria \u2014 porque Angola podia finalmente caminhar para a independ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Mas tamb\u00e9m apreens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">E permitam-me que partilhe convosco o porqu\u00ea dessa apreens\u00e3o: Sabia que Angola, como territ\u00f3rio imensamente rico, era cobi\u00e7ada por grandes pot\u00eancias mundiais. Mas havia fragilidades. D\u00e9cadas de desigualdade n\u00e3o se resolvem em poucos anos. 14 anos, os que decorreram entre 1961 e 1975, foram pouco. E isso tornava muitas pessoas vulner\u00e1veis a promessas f\u00e1ceis\u2026 que nem sempre serviam os verdadeiros interesses do novo pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Os portugueses e seus descendentes &#8211; que se consideravam angolanos brancos &#8211; eram obst\u00e1culo \u00e0 pretens\u00e3o que essas pot\u00eancias tinham de explorar Angola. Temia que se promovesse a sa\u00edda dessa classe mais preparada, em que me inclu\u00eda. Ou seja\u2026 temia perder a minha terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Hoje sei que muitos desses receios se confirmaram. A forma como se processou a descoloniza\u00e7\u00e3o foi, em minha opini\u00e3o, profundamente catastr\u00f3fica! E sei que assim foi porque permaneci em Angola at\u00e9 1995, com a fam\u00edlia reduzida ao marido e aos tr\u00eas filhos. Sei-o porque ainda hoje mantenho o&nbsp; contacto com esse pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u201cO 25 de Abril trouxe liberdade. Trouxe independ\u00eancia. Mas trouxe tamb\u00e9m ruturas. Enquanto muitos milhares \u2014 que amavam e ainda amam aquela terra \u2014 se viram decepados das suas ra\u00edzes, Angola perdeu a maior parte dos quadros qualificados. E isso teve consequ\u00eancias no seu desenvolvimento. Hoje, as riquezas da terra servem sobretudo o bem-estar de uma classe dominante\u2026 enquanto grande parte do povo vive, ainda, na mis\u00e9ria.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Mas o meu testemunho n\u00e3o \u00e9 apenas de perda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u00c9 tamb\u00e9m de identidade constru\u00edda entre dois mundos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Transformei-me em luso angolana, com Angola como amor primeiro e maior, e Portugal uma segunda p\u00e1tria que me acolheu e me considera cidad\u00e3 de corpo inteiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u00c9 assim que me vejo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">E talvez seja tamb\u00e9m isso que este livro nos mostra: que o 25 de Abril n\u00e3o foi apenas um acontecimento pol\u00edtico. Foi uma experi\u00eancia humana profunda \u2014 vivida de formas muito diferentes, por pessoas diferentes e com repercuss\u00f5es tamb\u00e9m diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">E \u00e9 nessa diversidade que est\u00e1 a sua verdade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">No meu caso\u2026 vivo o 25 de Abril, ainda hoje, como um momento de luz e de sombra. Mas n\u00e3o h\u00e1 sombra que impe\u00e7a a intensidade da luz. Talvez por isso, termino como terminei o meu testemunho escrito:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u201cMau grado os referidos sen\u00e3os, s\u00f3 posso dizer em voz firme: Viva o 25 de Abril!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Este viva o 25 de Abril tem de soar mais forte, mesmo muito forte, no momento que atravessamos em que a democracia est\u00e1 t\u00e3o posta em causa em Portugal e no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Viva o 25 de Abril.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Muito obrigada.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">25 de Abril de 1974 &#8211; Onde Est\u00e1vamos?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Casa Manuel Teixeira Gomes Com a presen\u00e7a de cerca de 25 pessoas, entre as quais a vice-presidente da C\u00e2mara, a mesa foi constitu\u00edda por Jos\u00e9 Alberto Quaresma, director cient\u00edfico da Casa, Jos\u00e9 Augusto Martins, da <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/2026\/05\/14\/portimao-27-de-abril-2026-sessao-de-apresentacao-do-livro-25-de-abril-de-1974-onde-estavamos\/\" title=\"Portim\u00e3o &#8211; 27 de Abril 2026 &#8211; Sess\u00e3o de apresenta\u00e7\u00e3o do livro &#8211; 25 de Abril de 1974 &#8211; Onde Est\u00e1vamos?\u00a0\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":5103,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[243,1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5099","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-informacoes","8":"category-uncategorized"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5099"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5099\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5115,"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5099\/revisions\/5115"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5103"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aep61-74.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}